Paulo Caetano afirmou num colóquio, “continuo a praticar e estou pronto para ir ao Campo Pequeno já amanhã se for preciso.”

Paulo Caetano afirmou num colóquio, “continuo a praticar e estou pronto para ir ao Campo Pequeno já amanhã se for preciso.”

Integrado num dia dedicado à Tauromaquia, na localidade alentejana de Póvoa de Meadas, no concelho de Castelo de Vide, realizou-se este sábado (18) um colóquio onde o tema centra foi a Festa Brava.

Paulo Caetano confessou neste acto que “António Badajoz foi o grande responsável de eu ser toureiro”; questionado sobre o seu regresso disse; “tudo tem uma época, e o facto de aparecerem novos toureiros faz com que os velhos se vão afastando”, mas, no entanto, disse: “que continuo a praticar e estou pronto para ir ao Campo Pequeno já amanhã se for preciso”.

Outro dos intervenientes, Rui Bento Vasques, disse que “o contacto mais directo com a tauromaquia vem dos tempos de escola”, onde foi colega de António Ribeiro Telles, apesar de Português de nascimento disse ter uma grande afinidade com Espanha.

Miguel Alvarenga falou dos seus inícios de jornalismo onde começou a assistir a corridas desde miúdo com o seu pai, e dos seus inícios na escrita onde impulsionado por Manuel dos Santos começou a escrever a troco de bilhetes para o Campo Pequeno e Miguel entregava-lhe as crónicas ás sextas, estando inclusivamente autorizado a falar mal dele se fosse caso disso.

O ganadeiro Francisco Romão Tenório disse que começou a ser ganadeiro sem querer, por influencia de amigos, e que ser ganadeiro lhe trás muitas responsabilidade e preocupação, disse ter muito respeito e carinho pelo público e faz para que os curros que apresenta sejam os melhores, e quando as coisas não lhe correm de feição diz sofrer bastante.

Paulo Caetano referiu ainda que a “diferença entre o toureio antigo e o de agora é que a técnica é perfeita; o toiro ganhou volume e nobreza com a selecção que se faz com que o toiro agora seja mais cooperante”

Um colóquio que contou com casa cheia e que começou com dois passodobles brilhantemente tocados pela Banda Filarmónica de Póvoa e Meadas (Portalegre).

Neste colóquio contou ainda com a importante presença do antigo forcado António José Zuzarte e foi moderado pelo jornalista Hugo Teixeira.

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