Presidente da Federação Equestre Portuguesa demite-se…

Presidente da Federação Equestre Portuguesa demite-se…

Dr. José Manuel Elias da Costa.

O Presidente da Federação Equestre Portuguesa demitiu-se do seu cargo esta terça-feira após uma teia de condicionamentos que geraram um conflito de interesses.

Passamos a transcrever um resumo do Congresso Ordinário da FEP realizado ontem, 27 de julho de 2020.

“O Congresso iniciou-se desde logo com a tomada de palavra da Presidente da Mesa do Congresso, Maria Rita Santos Sampaio Nunes, que após as boas-vindas, passou a palavra ao Presidente da FEP, José Manuel Alves Elias da Costa. O Presidente após umas palavras de cumprimentos, apresentou a sua demissão alegando: “Existe uma teia de condicionamentos que gera um conflito de interesses muito grande, onde não existe a possibilidade de alargar o número de semanas que o ano tem, temos um problema sério de calendarização. Esse problema gerou dificuldades de relacionamento entre a Direcção e os Clubes e a relação de confiança que deve existir entre ambos ficou comprometida. Na medida em que considero que isso é essencial para o exercício das minhas funções como Presidente da Federação Equestre apresentei, em consequência, a minha demissão. As razões são estas. São tão só estas.”

Neste sentido a renuncia por parte do Presidente, implica a perda de mandato dos restantes órgãos sociais, que tinham sido eleitos para o quadriénio 2019/2022.

De acordo com a Presidente da Mesa do Congresso a carta de renuncia foi enviada a 7 de Julho, tendo sido recebida e aceite, pela própria, a 10 de Julho. Havendo agora um período de 60 dias para marcar um novo acto eleitoral.

Todos os pontos da ordem de trabalhos não foram aprovados, tendo o ponto 4, por motivos de renuncia do mandato ter sido excluída.

De salientar que o facto do ponto 1 – Apreciação e votação do Relatório e Contas referente ao exercício de 2019, não ter sido aprovado, o Presidente da FEP alertou para o facto de que esta situação implica uma gestão financeira por duodécimos, assim como a perda de apoios e fundos monetários, com graves prejuízos para a FEP.

Informar ainda que todos os pontos foram não aprovados com uma média de 42 delegados a votar contra.”


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