
Símbolo de excelência, a Cadre Noir de Saumur assinou um “fabuloso contrato” com a China para o fornecimento de 3.000 cavalos, a partir de meados de 2011…
Há já vários anos, que cavaleiros do Cadre Noir de Saumur, trabalham em colaboração na província de Shandong na China.
Hoje, mais do que um simples acordo, foi assinado um contrato entre a instituição de dressage francesa e a China. O objectivo não é menos importante: reestruturar o sector equestre na China, um pouco abandonado até então. E serão mais de 3 mil cavalos “sela francês” que devem ser exportados para a China; já para não falar do número de horas que vão ser dispendidas para treinar e formar cavaleiros e monitores, que serão necessários para o bom resultado final do projecto.
“Cavaleiros, veterinários, ferradores e tratadores estarão envolvidos nesta reestruturação em Shandong, próximo de Pequim, durante três anos. Cavaleiros chineses serão recebidos na nossa escola em Saumur”, disse Robert de Artois, director do Cadre Noir.
CONCORRÊNCIA FEROZ
Robert d'Artois permanece discreto sobre outros contratos futuros, com a Hungria e o Qatar.
“A concorrência é feroz. Em termos da equitação clássica, principalmente vinda da Escola Espanhola de Viena de Áustria, a Real Escola Andaluza de Arte Equestre em Jerez ou da Escola Portuguesa de Arte Equestre em Lisboa”.