Corridas de Cavalos: Jóqueis sujeitos a testes de saliva, controlo de temperatura e máscaras faciais…

Corridas de Cavalos: Jóqueis sujeitos a testes de saliva, controlo de temperatura e máscaras faciais…

Esta é a vida em 2020 para o jóquei Zac Purton – um dos atletas mais testados do mundo.

Embora a ação desportiva de elite tenha sido suspensa em todo o mundo por causa da pandemia coronavírus, as corridas de cavalos continuam à porta fechada em locais como Austrália, Hong Kong e Estados Unidos.

Onde milhares de espectadores incentivavam freneticamente os participantes, hoje os vencedores cortam a meta quase em silêncio. Protocolos de distanciamento social são observados e a segurança é a palavra de ordem.

Distanciamento social no paddock em Sha Tin

“Não há ambiente nos hipódromos. Reparem que não há público”, afirma Purton, numa pausa da luta com o jóquei brasileiro, João Moreira, para manter o título de campeão em Hong Kong.

“Faz-me voltar aos tempos em que era aprendiz a galopar no campo. É um pequeno preço a pagar para que as corridas possam ter lugar.” Há duas reuniões por semana – uma em Happy Valley e outra em Sha Tin – e, enquanto o número de espectadores é reduzido, as corridas de cavalos ainda são um grande negócio.

As apostas, que fornecem um grande fluxo de rendimento para as corridas ao lado dos direitos dos media, estão em níveis semelhantes aos do ano passado, uma vez que os clientes que anteriormente usavam lojas de apostas mudaram para as apostas online.

As reuniões de domingo em Sha Tin geram cerca de £150m (168 milhões de euros).

Categorias: Corridas, Notícias