CSIO Lisboa

Capt. António Pimenta da GamaMais uma vez a Sociedade Hípica Portuguesa fez juz á sua fama como organizadora e ofereceu a todos os entusiastas do hipismo um espectáculo a todos os títulos notável.Luís Almada e os seus colaboradores mais próximos nomeadamente o novo presidente, Dr. Beja da Costa, Diogo Sobral, sem esquecer o incansável secretário Manuel Athayde, estiveram impecáveis tudo fazendo para que, mais uma vez, o concurso internacional de Lisboa fosse louvado em todos os tons, tanto por nacionais como por estrangeiros. Apenas nota negativa a pouca expansão a nível informativo, o que se reflectiu na insignificante assistência em quase todas as jornadas.Estiveram presentes 122 conjuntos com predominância notável dos portugueses com 36, dos quais estiveram em plano de evidência Filipe Malta da Costa com 3 classificações, João Chuva com 4 e ainda Salvador Oliveira Martins. Francisco Nobre Guedes, Hugo de Carvalho, Rui Gonçalo e Francisco Caldeira todos estes com 2 classificações. Uma palavra de muito apreço para Hugo de Carvalho, único português a conseguir uma vitória o que considero um estimulo importante para o futuro deste jovem e entusiasta cavaleiro aveirense.Filipe Malta da Costa impôs a grande qualidade das suas montadas e repetiu as boas actuações de Madrid. A representação portuguesa na taça das nações esteve a cargo de Francisco Caldeira, Francisco Rocha, Filipe Malta da Costa e Salvador Oliveira Martins. Com uma primeira mão muito pontuada, recuperaram no 2º percurso com uma actuação muito boa passando de 22 para 10 pontos o que levou a nossa equipa ao 4º lugar ex aequo com a França, uma potência do hipismo mundial.Com uma apreciação breve às equipas estrangeiro, diremos que a Espanha esteve bem mas no plano colectivo, Grande destaque para a Inglaterra com os seus "magníficos" profissionais em evidência.Também a jovem equipa brasileira mostrou o grande futuro da modalidade de obstáculos dos nossos irmãos com os cavaleiros a montarem de uma maneira muito homogénea a que não deve ser estranho a influência de Nelson Pessoa.

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