 O Director de pista, Luís Xavier de Brito, muito bem coadjuvado por Maria Antónia Soares da Costa e Cristina Laranjeiro, mostrou, mais uma vez, a sua arte e eficiência nas suas funções apesar de por vezes ser "apoquentado" pelo Delegado Técnico internacional, o antigo e conhecido cavaleiro francês, Frederic Cottier. E já que estamos a falar dos elementos que compuseram o 'staff' desta organização, uma palavra de muito apreço para a eficiência e categoria na actuação dos Comissários, Coronel António Lopes Mateus, Luís Cunha, Dioniso Seromenho e Luís Machado. Quem anda ligado a estas competições, pode dar valor ao trabalho destes quase ignorados mas imprescindíveis elementos. Mais uma vez as senhoras de "O Toque" ajudaram e de que maneira à beleza com que permanentemente, tudo se apresentou. A secretaria do Concurso funcionou impecavelmente, graças à eficiência da Bia e da Maria João Matos. Para estas duas senhoras os nossos parabéns. A Jump Off mais uma vez esteve impecável a mostrar muita eficiência a solucionar vários problemas. Claro que nestes elogios não devo esquecer a Lusotur e a Alubox nas pessoas do Dr. João Caetano e do Engº António Moura, elementos sem os quais não teria sido possível uma organização deste nível. Foi pena que a FEP e a SHP não tivessem conseguido transferir a data do CSN-B de Lisboa, pois este concurso obstou que grande número de cavaleiros jovens e não só, estivessem em Vilamoura, pois a ver também se aprende... Os portugueses estiveram, em jovens cavaleiros, num nível aceitável mas em juniores foi uma catástrofe. Excluindo Francisco Nobre Guedes na 1ª prova, os restantes juniores foram muito infelizes. E para terminar estes breves apontamentos, e muito mais teria para dizer nas apreciações técnicas, falo da cerimónia de apresentação das equipas muito heterogéneas na maneira como se apresentaram vestidas - a equipa portuguesa foi aqui a vencedora, pela correcção e atavío como se apresentaram e pese o traje exageradamente desportivo do chefe da equipa, apenas com polo e blue jeans. Quanto a mim e com a habitual maneira de bem receber, a equipa portuguesa devia ser a última a desfilar e não a primeira como aconteceu. Os representantes da Croácia, Azerbaijão e da Inglaterra foram, de longe os piores nesta apresentação, onde deveria estar presente a dignidade no vestir e na compostura de modo geral.
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