
Uma vez que o sangue transporta oxigénio e outros nutrientes para os músculos, despojando-os dos já utilizados, menos sangue significa que nos cansaremos mais rapidamente. Em competição é fácil mantermo-nos algum tempo sem beber, particularmente quando temos vários cavalos para montar mas este facto pode afectar o raciocínio. Com a desidratação o corpo mantém-se à frente da situação: a perca de 200ml de fluídos dispara a função de conservação de água, estimulando eventualmente a sensação de sede, mas, estaremos desidratados antes de sentir sede - é importante ingerir líquidos ao longo do dia. Beber litros de água não é suficiente. Necessitamos de glicose e electrólitos. A nossa meta é consumir de 100 a 200ml de líquidos do tipo 'isotónico' de 20 em 20 minutos. Depois da água é necessário comer hidratos de carbono. O excesso de gorduras acabam como gorduras armazenadas, por isso é de evitar comer muita carne. Para concursistas a dieta diária deveria ser de 60-70% de hidratos de carbono para manter elevadas as reservas de glicogénio nos músculos, ingeridas em conjunto com hidratos de carbono e açúcar. Sabemos que cavaleiros de campeonato mundial ingerem gomas entre as suas provas, para manter o nível de glicose no sangue.
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