
Este ano houve uma política extremista, levam-se todos, o importante é participar, aos melhores juntam-se os menos maus. Há outra política que é apresentar só quem possa disputar. Talvez eu optasse pelo meio-termo. Ao todo, dos 15 conjuntos que levei, talvez só levasse 4 lá fora. No entanto os cavaleiros de todos os escalões tiveram uma evolução, veja-se a prova de Despedida dos Children. É certo que o Campeonato correu bastante mal, podia ter sido muito melhor. Nos Children levei 5 conjuntos, talvez com esta política pudesse levar 7 ou 8. Destes, houve um que ainda teve a possibilidade de passar à 2ª mão. Os Juniores por exemplo, quando há concursos que têm provas para Juniores A e B, eles não se inscrevem porque preferem inscrever-se em provas com prémio monetário ou porque já fizeram os mínimos. Eles têm é que ir saltar lá fora. É o que eu gostava, mas há uma diferença entre o que gostava e o que posso. Não tenho 4 Juniores e por isso tenho que levar os menos maus. E depois diz-se que os conjuntos não estão preparados. Não é segredo que a conjuntura económica não está bem, mas temos meio mundo à espera que as coisas corram mal.
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