Golegã: Feira Nacional do Cavalo, um evento para o país e para o mundo…

Golegã: Feira Nacional do Cavalo, um evento para o país e para o mundo…

A feira decorre de 4 a 13 de novembro, tendo pelo meio o emblemático Dia de São Martinho, a 11 de novembro, dia que a Câmara Municipal da Golegã quer que seja considerado o Dia Nacional do Cavalo (ver entrevista com presidente nestas páginas). A feira dispensa grandes apresentações, é um dos maiores eventos anuais do Ribatejo, atraindo milhares de forasteiros, sobretudo estrangeiros e visitantes urbanos que vêm ao campo ver os cavalos. É uma feira sempre repleta de gente nas ruas, de vendedores de castanhas, de espaços de venda de artigos ligados ao mundo rural (e não só) mas que é também ponto de encontro para muitos amantes da arte equestre. É a principal feira do setor dos cavalos e congrega todos os principais concursos nacionais da Federação Equestre Portuguesa: concurso nacional de saltos, concurso de atrelagem, resistência equestre, Taça de Portugal, campeonato inter escolar, dressage, concurso de cavalo de sela, equitação de trabalho, nacional de derbys, horseball, cross por equipas, entre outros É também na feira que se realizam negócios de compra e venda de cavalos e se conhecem as novas tendências de artigos para o setor. O picadeiro do Largo do Arneiro, no centro da vila, é o principal palco das provas, mas este ano, decorrem mais atividades no Centro de Alto Rendimento, uma infraestrutura instalada no lado oposto à vila, junto à estrada nacional.

A não perder este ano, a apresentação da exposição antevisão do Museu Nacional do Cavalo, que vai abrir no sábado, às 18h, no Palácio do Pelourinho, e vai permanecer durante todos os dias da feira. Este ano será também apresentado o livro “José Júlio, Vida e Tauromaquia”, da autoria de Alberto Franco, e que faz uma homenagem ao célebre toureiro de Vila Franca. José Júlio aprendeu na Escola de Toureio da Golegã, tendo como o mestre Patrício Cecílio, o mesmo de Manuel dos Santos. Como habitualmente, realizam-se vários espetáculos equestres noturnos no Largo do Arneiro, sempre vistosos e repletos de beleza (dias 9, 10 e 12). Durante vários momentos da feira vão ser homenageados nomes como Fernando Van Zeller Palha, David Ribeiro Telles, Guilherme Borba e Manuel Assumpção Coimbra. Na Casa Estúdio Carlos Relvas vai estar patente a exposição “O arquivo como cidade” de Duarte Belo, que abre portas na sexta-feira, às 19h. Na Quinta dos Alámos, decorre como habitualmente, o Baile da Jaqueta, um evento de etiqueta e charme que se realiza no dia 11, às 20h.

Como sempre, há vários restaurantes a servirem refeições durante a feira, espalhados por toda a vila, e também mais concentrados no recinto existem os espaços de comida ambulantes. As zonas de estacionamento são pagas nalgumas zonas e estão espalhadas ao longo da estrada principal, na zona do Hippos (gratuito para ligeiros e autocarros), junto à rotunda do cavalo (lado contrário à vila), junto à Porta de Fernão Lourenço, dois outras bolsas junto à Casa-Estúdio, junto à GNR, entre outros.

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